THE KISS
(Michael Jortner, 1993, 4 min)
A história de um rapaz solitário e seu encontro romântico numa festa em São Francisco. O diretor capta os sentimentos contraditórios da possibilidade e da dúvida – revelando as pequenas surpresas que se escondem atrás das portas dos armários e que, de alguma forma, sempre parecem acompanhar o desejo.
PORNO RUSH #1 “THE BLOW JOB”
(William Struzenberg, 1995, 3 min)
A primeira parada no percurso pornográfico gay. Porno Rush é uma visão dos bastidores de um dia típico de filmagem em um set pornográfico de Los Angeles.
BODYBUILDER
(David Lamble/Karl Tierney, 1995, 13 min)
Comédia erótica situada numa academia de ginástica em São Francisco. Brad é casadíssimo e não perde um dia de maromba. Quando conhece Peter, que faz a linheta poeta performático, começa a pular a cerca, formando um triângulo amoroso absolutamente sexy e divertido.
MINNESOTA INVENTORY
(Steve Reinke, 1994, 9 min)
O vídeo de punheta definitivo. Um bofe pelado e uma narração absurda tornam esse vídeo uma obra inesquecível sobre a experiência masturbatória.
LUSH LIFE
(Dennis Conroy / David E.Johnson, 1994, 7 min)
Um mergulho na cena sado-masoquista, com direito a muitas travestis e marinheiros bêbados. Imagine o clipe Erotica de Madonna, mas com sexo de verdade.
GO EAT WORMS
(Al Eingans, 1993, 3 min)
Vídeo-manual de como fazer sexo da maneira mais segura possível. Vencedor do primeiro concurso de vídeos sobre sexo seguro promovido pelo San Francisco AIDS Foundation.
PORNO RUSH #2 “THE BUTTFUCK”
(William Struzenberg, 1995, 4 min)
Segundo estágio na confecção da fantasia pornô. Aqui é revelada toda a dinâmica envolvida na criação do sexo anal virtual.
A-MEN
(Todd Verow, 1993, 5 min)
Mix de imagens que vão desde bonecos Ken até técnicas elaboradíssimas de felatio.
WHY ARIZONA
(John Church, 1995, 13 min)
Uma viagem surreaslista para além das fronteiras do erotismo, onde as observações de uma vaca solitária servem de inspiração para um diário de viagem pornográfico, e ao mesmo tempo muito poético.
PORNO RUSH #3 “THE CUM SHOT”
(William Struzenberg, 1995, 4 min)
Concluindo a sua viagem pelo mundo do cinema pornô, Struzenberg desmistifica aqui o “clímax” dos filmes do gênero.
PASSING TIME
(Deryck Healey, 1995, 9 min)
Um caleidoscópio de imagens e luzes culminando em um retrato solene da forma masculina nessa era da AIDS. Filme experimental.