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Flâneur

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Nov 11 | 8pm (90′) 16 yo | MIX.XR
Nov 12 | 8pm (90′) 16 yo | MIX.XR
Nov 18 | 8pm (90′) 16 yo | MIX.XR
Nov 19 | 8pm (90′) 16 yo | MIX.XR
Nov 20 | 8pm (90′) 16 yo | MIX.XR

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Nov: 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20


#gay #imersive #documentary #performative #MixXR

A partir de perspectivas identitárias e seus diversos desdobramentos, o Projeto Flâneur #Experimento nº1 consiste em uma experiência transmídia por ruas e espaços do centro de São Paulo, considerando múltiplas vivências e vários graus de participação. O trabalho contará com ações interativas e imersivas, de forma itinerante, realizadas a cada dia em um horário diferente, mas sempre com início na Biblioteca Mário de Andrade.

Credits

Idealização: Robson Catalunha
Concepção e Codireção: Fábio Furtado, Robson Catalunha
Pesquisa e dramaturgismo: Fábio Furtado
Performers: Carolina Splendore, Pedro Balmant, Robson Catalunha, Ronaldo Serruya
Direção de conteúdo XR: Arnault Labarrone, Robson Catalunha
Direção de Movimento: Laurent Le Gall
Fotografia: Fábio Furtado
Coprodução: Institut Français, Festival Mix Brasil

Projeto Flâneur #Experimento n° 1

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Dia 11, às 20h00 (90′) 16 anos | MIX.XR (BMA + Caminhada até Praça Roosevelt)
Dia 12, às 17h00 (90′) 16 anos | MIX.XR (BMA + Caminhada até Largo São Bento)
Dia 18, às 20h00 (90′) 16 anos | MIX.XR (BMA + Caminhada até Praça Roosevelt)
Dia 19, às 11h00 (90′) 16 anos | MIX.XR (BMA + Caminhada até Largo do Arouche)
Dia 20, às 15h00 (90′) 16 anos | MIX.XR (BMA + Caminhada até Rua Frei Caneca)

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Projeção – Dias: 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20
Consultar horários neste link


#gay #imersivo #documental #performativo #MixXR

A partir de perspectivas identitárias e seus diversos desdobramentos, o Projeto Flâneur #Experimento nº1 consiste em uma experiência transmídia por ruas e espaços do centro de São Paulo, considerando múltiplas vivências e vários graus de participação. O trabalho contará com ações interativas e imersivas, de forma itinerante, realizadas a cada dia em um horário diferente, mas sempre com início na Biblioteca Mário de Andrade.

Ficha Técnica

Idealização: Robson Catalunha
Concepção e Codireção: Fábio Furtado, Robson Catalunha
Pesquisa e dramaturgismo: Fábio Furtado
Performers: Carolina Splendore, Pedro Balmant, Robson Catalunha, Ronaldo Serruya
Direção de conteúdo XR: Arnault Labarrone, Robson Catalunha
Direção de Movimento: Laurent Le Gall
Fotografia: Fábio Furtado
Coprodução: Institut Français, Festival Mix Brasil

Blockchain Crossroads

MUSEU DA IMAGEM E DO SOM (MIS)
November: 10, 11, 12, 13, 15, 16, 17, 18, 19, 20
11am to 7pm

GALERIA OLIDO
November: 10, 11, 12, 13, 14, 16, 17, 18, 19, 20

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Nov 10 | 7 pm – Blockchain Crossroads – Exu and the LGBTQIAP+ | 12 yo | Mix Talks


#queer #tech #experimental #intention #MixXR

It is sung, in the oral philosophies of the Gulf of Guinea and in the traditions of terreiros in Brazil, that two calabashes were once offered to Exú. In one of them there was the clarity of the world, order, constancy, medicine. In the other, the obscurity, the immaterial, the intangible, the chaotic, the poison. The orixá then asked for a third calabash. In it he mixed the contents of both. He shook it, stirred it, threw it up and broke it, spilling its contents.

In this allegory, Exú reveals himself to be the lord of what has no border or definition. He is what he is and what he can be, without ever ceasing to be either. He corrodes Western epistemological instances and opens up to a living rhizome of ontological relationships. He is the crossroads itself, where the paths meet and become a fractal of possibilities.

In this NFTs show by LGBTQIA+ artists, commissioned by the 30th Festival Mix Brasil, this metaphor is present. Both for the expressions of identity, gender and sexuality that permeate these creative people, and for the media frisson of a new way of storing digital files that invaded the lexicon of discussions about art and culture in recent years.

In a nutshell, non-fungible tokens, or NFTs, are files that can be stored in large streams of data that span countless servers around the globe known as blockchains. They guarantee that those specific collections of binary codes that make up a file will be unique and immutable. On the one hand, it allows artists to have control over the sale and distribution of their digital works. On the other hand, it presents itself as a capitalist process of transforming what is abundant by its own reproducibility into a simulacrum of scarcity and production of surplus value.

In order to tension these concepts and reveal the infinite possibilities of subjects and possible ways of inhabiting this digital space, we invite creators of different practices in the field of arts to this show: from carnival artists to olfactory artists, through digital sculptors, filmmakers and performers. Their works present transition states, bodies becoming others, shipwrecked and distorted landscapes, moving from the natural to the artificial, from the digital to the analog. Ontological cyborgs.
Thus, Exú, lord of movement, syncope, communication, commerce and refraction, becomes a curatorial concept. Codes that run through computers, fiber optic cables that cross the oceans and are bounced by satellites beyond our atmosphere. It is everywhere, without ever being anywhere. It is the one fractioned and disseminated in many, which does not cease to be one. The distortion and undoing of binarisms. The opening of infinite paths. The mouth that eats everything. At last, a Blockchain Crossroads.

Laroyê!
Felippe Moraes, October 2022

Credits

Curatorship and exhibition design: Felippe Moraes
Artists: Anarca Filmes, Anna Costa e Silva, Felippe Moraes, Gabriel Haddad, Leonardo Bora, Gabriel Junqueira, Guilhermina Augusti, João GG, Karola Braga, Matheus Montanari, Renan Marcondes, Ricardo de Càstro, Rodrigo D’Alcântara, Tales Frey, Thiago Ortiz
Art and technology advisor: Fernando Frado
Acknowledgments: Laroyê Exu, Ana Carla Soler, Matheus Foster, Rodolfo Viana

Encruzilhada Blockchain

MUSEU DA IMAGEM E DO SOM (MIS)
Dias: 10, 11, 12, 13, 15, 16, 17, 18, 19, 20 de novembro
Das 11h às 19h

GALERIA OLIDO
Dias: 10, 11, 12, 13, 14, 16, 17, 18, 19, 20
Consultar horários neste link

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
Dia 10 de novembro às 19h00 – Encruzilhada Blockchain – Exu e a produção LGBTQIAP+ de NFTs | 12 anos | Mix Talks | Acessibilidade: Libras


#queer #tech #experimental #intenção #MixXR #imersivo

Canta-se, nas filosofias orais do Golfo da Guiné e nas tradições dos terreiros do Brasil, que certa vez foram ofertadas duas cabaças a Exú. Em uma delas havia a nitidez do mundo, a ordem, a constância, o remédio. Na outra, a obscuridade, o imaterial, o intangível, o caótico, o veneno. O orixá pediu então uma terceira cabaça. Nela misturou o conteúdo de ambas. A sacudiu, mexeu, jogou pro alto e a rompeu, espalhando seu conteúdo.

Nessa alegoria, Exú se revela o senhor daquilo que não tem fronteira nem definição. É o que é e o que pode ser, sem nunca deixar de ser nenhum dos dois. Corrói as instâncias epistemológicas ocidentais e se abre para um rizoma vivo de relações ontológicas. É a própria encruzilhada, onde os caminhos se encontram e se tornam um fractal de possibilidades.

Nesta mostra de NFTs de artistas LGBTQIA+ comissionada pelo 30º Festival Mix Brasil, essa metáfora se faz presente. Tanto pelas expressões identitárias, de gênero e sexualidade que perpassam estas pessoas criadoras, quanto pelo frisson midiático de uma nova forma de armazenamento de arquivos digitais que invadiu o léxico das discussões sobre arte e cultura nos anos recentes.

Em poucas palavras, os non-fungible tokens, ou NFTs, são arquivos que podem ser armazenados em grandes correntes de dados que perpassam inúmeros servidores ao redor do globo conhecidas como blockchains. Eles garantem que aquelas coleções específicas de códigos binários que constituem um arquivo serão únicas e imutáveis. Por um lado, permite-se que artistas tenham controle sobre a venda e distribuição de suas obras digitais. Por outro, apresenta-se como processo capitalista de transformar o que é abundante pela sua própria reprodutibilidade em um simulacro de escassez e produção de mais-valia.

A fim de tensionar esses conceitos e revelar as possibilidades infinitas de assuntos e formas possíveis de habitar esse espaço digital, convidamos para esta mostra criadores de práticas distintas no campo das artes: de carnavalescos a artistas olfativos, passando por escultores digitais, cineastas e performers. Suas obras apresentam estados de transição, corpos tornando-se outros, paisagens naufragadas e distorcidas, passando do natural ao artificial, do digital ao analógico. Ciborgues ontológicos.

Assim Exú, senhor do movimento, da síncope, da comunicação, do comércio e da refração, se faz conceito curatorial. Códigos que perpassam computadores, cabos de fibra ótica que atravessam os oceanos e são rebatidos por satélites além de nossa atmosfera. Está em todos os lugares, sem nunca estar em lugar nenhum. É o um fracionado e disseminado em muitos, que não deixa de ser um. A distorção e o desfazimento dos binarismos. A abertura dos caminhos infinitos. A boca que tudo come. Enfim, uma Encruzilhada Blockchain.

Laroyê!

Felippe Moraes, outubro de 2022

Ficha Técnica

Curadoria e design de exposição: Felippe Moraes
Artistas: Anarca Filmes, Anna Costa e Silva, Felippe Moraes, Gabriel Haddad, Leonardo Bora, Gabriel Junqueira, Guilhermina Augusti, João GG, Karola Braga, Matheus Montanari, Renan Marcondes, Ricardo de Càstro, Rodrigo D’Alcântara, Tales Frey, Thiago Ortiz
Assessoria de arte e tecnologia: Fernando Frado
Agradecimentos: Laroyê Exu, Ana Carla Soler, Matheus Foster, Rodolfo Viana

1, 2, 3 Soleil

BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
11 a 20 de novembro das 11h as 20h


#mixxr #imersivo

Todo mundo se lembra de ter jogado esse jogo um dia… Percorra a vida de um homem para quem esse jogo infantil acabou associado às suas melhores e piores lembranças.

Ficha Técnica

Escrito e dirigido: Arnault Labaronne, em colaboração com Anne-Marie van Dongen, David Bihan e Valérian Denis
Produção: Honkytonk Films/Wonda VR, com o apoio de INA e Digital District
Efeitos digitais: David Sapyyapi
Gravação de som: Anne-Marie van Dongen
Edição de som: Valérian Denis
Autoria: Anne-Marie Van Dongen
Com: Lara Bouvet e as crianças Amalia, Anastasia, Colette, Loïs, Louison, Roméo e Vadim
Câmera: Valérian Denis, David Bihan

Filipe Catto – O Nascimento de Vênus Tour

NOV 11 @ CCSP – JARDEL FILHO
7pm (90′) – 12 y/o


#trans #documentary #mixmusic

“O Nascimento de Vênus Tour” is the second live album by singer Filipe Catto, marking her gender transition as a non-binary trans person and also bringing to the public a film/show/documentary covering the last four years of the artist in her process of artistic and personal discovery before the outbreak of the pandemic. Derived from her album “CATTO” (2017), the tour travelled all over Brazil and several countries, such as Italy, the United States, Spain, Portugal, Argentina and Uruguay, and represented the beginning of a period of cultural and political effervescence in the country, in which “minorities” rose up against historical oppressions and brought to the fore agendas that intensified even more the conflict between the old and the new social order. “O Nascimento de Vênus Tour” is a treatise on resistance and transformation of a Brazilian singer in the eye of the hurricane of the revolution in which we live.
On March 13, 2020, the artist and her band took the stage not knowing that it would be the last show of the tour. The following day, São Paulo was officially closed and the entire cultural industry lost its source of income indefinitely. Luckily, the audio was recorded for further release, and during isolation, the artist and music producer DJ Jojo Lonestar pored over this material to turn it into a farewell live album for the prematurely ended project. The work reveals Catto and her band in a visceral and unretouched performance, where the sweat and tears of that moment are also mixed with audio leaks and the heat of the audience in a vintage sound that refers to live rock records from the 1970s. Also celebrating 10 years of career, Catto updates her repertoire reborn from the fire of Rock’n’Roll in a performance of pure delivery. As there was no video recording of this presentation to follow the album release, Catto invited video directors and partners Daguito Rodrigues and Juliana Robin to build with her the visual narrative that would translate the audio of the fateful show into a visual spectacle of hybrid language. “O Nascimento de Vênus Tour” – the film – had its official premiere at the Museu da Imagem e do Som, in São Paulo, and is an aesthetic and musical experiment that unites video art, fashion, video clips and documentary in a unique experience.
In July 2021, still during social isolation, the artist recorded a performance dressed as a mermaid in the studio, playing the songs from the album and linking the images of this act with archival material from the tour over the years. The idea was to reveal to the public Catto’s gender transformation in all intimacy. With the multi-artist Alma Negrot’s beauty and stylishness and the tail made by the plastic artist Thiá Sguoti, the film is a love letter to the LGBTQIA+ community, which found in friendship and collaboration a way to continue producing despite all the logistical and budget. At a time when the Brazilian artist is so vulnerable, Catto and her troupe make the impossible a questioning, resignifying the traditional concept of a live album so that it can be the starting point of different concerns and formats in a new era already precarious for the national culture. A project that was born without incentives, without sponsors and was created with the sweat and determination of independent and LGBTQIA+ artists from Brazil.

Filipe Catto – O Nascimento de Vênus

11 NOV | SEXTA @ CCSP – JARDEL FILHO
19h00 (90′) – Documentário musical – 12 anos


#trans #documental #mixmusic

“O Nascimento de Vênus Tour” é o segundo disco ao vivo da cantora Filipe Catto, marcando sua transição de gênero como uma pessoa trans não binária e trazendo ao público também um filme/espetáculo/documentário que percorre os últimos quatro anos da artista em seu processo de descoberta artística e pessoal antes do estouro da pandemia. Derivada de seu disco “CATTO” (2017), a turnê percorreu o Brasil inteiro e diversos países, como Itália, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Argentina e Uruguai, e representou o desabrochar de um período de efervescência cultural e política no país, em que as “minorias” se levantaram contra opressões históricas e trouxeram à tona pautas que acirraram ainda mais o conflito entre a velha e a nova ordem social. “O Nascimento de Vênus Tour” é um tratado sobre resistência e transformação de uma cantora brasileira no olho do furacão da revolução em que vivemos.

No dia 13 de março de 2020, a artista e sua banda subiram ao palco sem saber que aquele seria o último show da turnê. No dia seguinte, São Paulo foi oficialmente fechada e toda a indústria cultural perdeu sua fonte de renda por tempo indeterminado. Por sorte, o áudio foi gravado para registro, e durante o isolamento a artista e o produtor musical DJ Jojo Lonestar se debruçaram sobre este material para transformá-lo em um disco ao vivo de despedida do projeto prematuramente encerrado. O trabalho revela Catto e sua banda em uma perfomance visceral e sem retoques, onde o suor e as lágrimas daquele momento se misturam também aos vazamentos de áudio e ao calor da plateia em uma sonoridade vintage que remete aos discos de rock ao vivo dos anos 1970. Comemorando também 10 anos de carreira, Catto atualiza seu repertório renascida do fogo do Rock’n’Roll em uma perfomance de pura entrega. Como não havia registro em vídeo desta apresentação para acompanhar o lançamento do disco, Catto convidou os diretores de vídeo e parceiros Daguito Rodrigues e Juliana Robin para construir com ela a narrativa visual que traduziria o áudio do fatídico show em um espetáculo visual de linguagem híbrida. “O Nascimento de Vênus Tour” – o filme – teve pré-estreia oficial no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, e é um experimento estético e musical que une a videoarte, a moda, o videoclipe e o documentário em uma só experiência.

Em julho de 2021, ainda durante o isolamento social, a artista gravou uma perfomance de sereia em estúdio, reproduzindo as canções do disco e costurando as imagens deste ato com o material de arquivo da turnê através dos anos. A ideia foi revelar ao público a transformação de gênero de Catto com toda a intimidade. Com beleza e styling da multiartista Alma Negrot e a cauda confeccionada pela artista plástica Thiá Sguoti, o filme é uma carta de amor à comunidade LGBTQIA+, que encontrou nas amizades e na colaboratividade uma maneira de continuar a produzir mesmo com todas as restrições de logística e orçamento. Num momento em que o artista brasileiro se encontra tão vulnerável, Catto e sua trupe fazem do impossível um questionamento, ressignificando o conceito tradicional de disco ao vivo para que aquele seja o ponto de partida de diferentes inquietações e formatos para os novos tempos na já tão precarizada cultura nacional. Um projeto que nasceu sem incentivos, sem patrocinadores e foi levantado com o suor e a garra de artistas independentes e LGBTQIA+ do Brasil.

New Talents (drag queen, singing, dance)

NOV 12 @ CCSP – JARDEL FILHO
3pm – SINGING (90′) Free
6pm – DANCE (90′) Free

NOV 13 @ CCSP – JARDEL FILHO
5pm – DRAG QUEEN (90′) Free


#comedy #performative #mixmusic

Mix Music is the first music festival aimed at the LGBTQIA+ audience in Brazil and has been around since the year 2000 as the musical arm of the Mix Brasil Festival of Culture of Diversity. Created by producer and activist Andre Pomba, and curated by Hanilton Medeiros, in 2022 Mix Music turns 23 years old and, as a preface to Mix Brasil Festival, held sessions in cities like Iguape and Boituva, in the countryside of São Paulo. Also, it will held the already traditional and most anticipated Mix Music New Talents at the Cultural Center of Diversity on the November 12th (Dance and Singing) and on the 13th (Drag Queen) with the always fun presentation of Silvetty Montilla. Project held with the support of the Secretariat of Culture and Creative Economy of São Paulo State Government, ProAC – Cultural Action Program.

Novos Talentos: drag, canto, dança

12 NOV | SÁBADO @ CCSP – JARDEL FILHO
15h00 – Novos Talentos Mix – Canto (90′) Livre
18h00 – Novos Talentos Mix – Dança (90′) Livre

13 NOV | DOMINGO @ CCSP – JARDEL FILHO
17h00 – Novos Talentos Mix – Drag Queen (90′) Livre


#comedia #performativo #mixmusic

Mix Music é o primeiro festival de música voltado para o público LGBTQIA+ no Brasil e existe desde 2000, como o braço musical do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade. Criado pelo produtor e ativista Andre Pomba, e com curadoria de Hanilton Medeiros, em 2022 o Mix Music completa 23 anos e, como aquecimento para o festival, realizou edições pelo interior paulista, nas cidades de Iguape e Boituva. Ainda, fará o já tradicional e esperado Mix Music Novos Talentos, no Centro Cultural da Diversidade, nos dias 12 (Dança e Canto) e 13 de novembro (Drag Queen), com a apresentação sempre divertida de Silvetty Montilla. Projeto realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, ProAC – Programa de Ação Cultural.

Animais Obscenos

10 NOV | QUINTA-FEIRA @ CCSP – SALA ADONIRAN BARBOSA
20h00 – Animais Obscenos (70′) | 18 anos | Música


#queer #explícito #tesão #performativo #mixmusic

Em uma livre adaptação da célebre novela “História do Olho”, de Georges Bataille, nasce o show Animais Obscenos. Aliando música, artes cênicas e performance, Animais Obscenos é parte integrante do espetáculo “História do Olho – Um Conto de Fadas Pornô-Noir”, que teve sua estreia em junho de 2022 na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, com direção de Janaina Leite e realização do Prêmio Zé Renato. Sucesso de público e crítica, e uma temporada lotada no Teatro da Universidade de São Paulo (TUSP), os criadores do trabalho fazem o show de lançamento do repertório musical que compõe o espetáculo.